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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Juiz que prendeu o Planet Hemp é condenado por receber propina do tráfico

 A PENA do juiz foi a APOSENTADORIA de R$28.761,43
Sim, caro ganjeiro, você leu certo:
VINTE E OITO MIL, SETECENTOS E SESSENTA E UM REAIS E QUARENTA E TRÊS CENTAVOS!



Depois de 10 anos de processos administrativos, recursos e representações com suspeitas de favorecimento a traficantes, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou o juiz Vilmar José Barreto Pinheiro por violação dos deveres funcionais. O magistrado foi acusado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de receber R$ 40 mil para conceder a liberdade a um criminoso quando exercia o cargo de titular da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais de Brasília. Por maioria de votos, 11 a quatro, os desembargadores que integram o Conselho Especial do Judiciário local aplicaram a pena máxima prevista a um colega: a aposentadoria compulsória. Barreto não poderá mais exercer a magistratura, mas manterá os vencimentos. A última remuneração bruta do juiz, relativa a abril, foi de R$ 28.761,43.

Vilmar Barreto exerceu a função na vara responsável pelos crimes relacionados ao uso e tráfico durante mais de uma década. Numa das decisões de grande repercussão, em 1997, mandou prender os integrantes da banda Planet Hemp por apologia às drogas depois de um show em Brasília, numa operação em conjunto com a Polícia Civil do DF. Na ocasião, também proibiu as emissoras de rádio do DF de executarem 14 músicas do grupo liderado pelo músico Marcelo D2 com citações ao consumo de maconha.



Fonte
*Furtado carinhosamente do Face do meu amigo Zezuz Oliveira

sábado, 19 de março de 2011

Marcha da Maconha em São Vicente

Domingo que vem, 27 de março, acontecerá o Primeiro Coletivo Marcha da Maconha de São Vicente, com o propósito de desmistificar a maconha.
Ensinando a caretas e legalizes sobre os benefícios da bendita.
Organizada pelo grandes parceiros Índio e Fabio Habib, abordaremos de uma forma lúdica temas como ética, sustentabilidade, democracia, censura, ciência e saúde.



Compareça e integre-se à causa!
Paz e Amor!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Plínio de Arruda vai LEGALIZAR A MACONHA!!!

Desde a fundação do partido, o PSOL sempre apoiou a legalização da indústria e comércio da maconha.
Essa declaração do candidato à presidência da República, Plínio de Arruda, mostra o ponto de vista do partido em ralação ao assunto. 



Bom independente de qualquer opinião pessoal, já que não é intenção de ninguém aqui influenciar voto e nem tô ganhando pra isso. (EU ANULO MEU VOTO)
 Continuo achando que foi mais uma estratégia pra tocar nos pontos fracos da sociedade e através disso ganhar o voto. Dessa vez a fatia da sociedade que foi "atacada" fomos nós, maconheiros trabalhadores.
Aí lá vai um monte de maconheiro alienado votar no cara só porque ele falou isso, mas é obvio que ele não vai ser eleito e os votos que forem pra ele automaticamente irão para o candidato que o partido dele apoiará no segundo turno... E lá vai um monte de maconheiro alienado votar na Dilma... ê laiá
Gente! Vamos abrir os olhos!!! Hoje todo mundo se diz "amigo do povo", quero ver quando o povo quiser uma prova dessa amizade, qual será a reação desse "amigão".
Já falei: CUIDADO COM OS POLÍTICOS CHEIOS DE CAÔ-CAÔ!!!

Mas DU-VI-DÊ-O-DÓ que se neguinho fosse eleito legalizaria de verdade...

domingo, 31 de janeiro de 2010

A droga menos nociva - MACONHA

 Relato de John Morgan, toxicologista e farmacologista, coautor do livro Marijuana Muths, Marijuana Facts:



Indicação do meu querido amigo Juliano, da bandíssima Pelados Verdes! (ahasaa).

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Por que ainda não legalizou???

Eis aqui alguns trechos do post do David Coelho, grande amigo do BLOGANJA, furtado carinhosamente do Portal do Infinito (vale a pena dar uma olhada).

"Legalização da Maconha Versus PODER de mídia...
O real motivo da não a legalização das Drogas!


Não fumo, Não bebo, mas sou
mais que a favor da legalização!
Simples... existe uma fração no poder ou mesmo existe uma grande conjuntura para a existência da repressão vamos ver quem ganha com as drogas:

Políticos traficantes e aliados dos grandes traficantes pertencentes aos cartéis como os de Medellin;
Empresas de segurança privada que lucram com a violência;
Empresas de armas que vendem armamentos tanto para os narcotraficantes como para os governos;
Sociedades anônimas de ou as famosas ONGs de ajuda a dependentes químicos que recebem grandes quantidades de d
inheiro que na verdade são lavanderias de dinheiro sujo de políticos e empresários envolvidos em licitações públicas etc, enfim, empresas que lavam dinheiro da corrupção com a alegação de ajuda aos dependentes químicos.
O próprio governo de Estado que

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"L" de Legalização na foto

Quer deixar claro que vc defende a Santa Erva???
Que tal um "L" de Legalização com folhinhas de erva...


Eu legalize!!!

Aki você pode fazer upload de uma foto e automaticamente sair "legalizado"!^^

Postem suas artes nos coment´s.

Paz e Amor!!!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Jogador suspenso por fumar maconha.

Sindicato critica decisão.

O jogador uzbeque Anzur Ismailov foi suspenso por três meses, apósa partida do Uzbequistão contra o Bahrein, em junho, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Tudo porque foi identificada a presença de THC em seu exame antidoping.
Isso provocou uma reação da FIFPro, federação internacional dos futebolistas profissionais. A entidade considera que as substâncias advindas do uso de maconha não deveriam fazer parte da lista proibida da Agência Mundial Antidoping (Wada), já que não modifica o rendimento do atleta, não é doping.


"Pedimos que reconheçam o fato de a maconha não ser, em toda a probabilidade, prejudicial ao desempenho atlético, e que não merece um lugar na lista de substâncias proibidas no antidoping"

FIFPro em seu site oficial.

A entidade lembra que, em agosto, à agência antidoping holandesa (NADO) fez um pedido formal à Wada para retirar a maconha da lista negra.

Se eu fosse um jogador, na véspera de um jogo que valesse a classificação na copa do mundo, estaria extremamente nervoso e louco pra dar um doisinho pra relaxar.
Não acho que interfira no desempenho do jogador, é claro que o cara tem que ter bom senso e não vai fumar 1 antes de entrar em campo, mas na concentração, no hotel, na noite que antecede a partida... Não vejo nada demais...
E você???

sábado, 26 de setembro de 2009

CADÊ A HEMPA?????


Estou reparando fazem dias que a demanda de maconha no país tem diminuído e muito, fora as pessoas que plantam para o próprio consumo, vários e vários amigos meus vieram me relatar que a situação não está nada boa.
Eu moro no Paraná, mas sei que em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e em outros estados a maconha está escassa.
Tomara que esse seja mais um daqueles momentos em que falta, falta, e quando menos esperamos, caem quilos no colo.

Todos nós sabemos que a polícia é humana como nós, corrompível como nós, e tem muita gente lá que fuma como nós. Aí a polícia apreende milhares e milhares de quilos de maconha, E ELES SOMEM?
Nenhum corrupto de lá vende nada pra ninguém?????
Então isso só me deixa pensar que o Governo está industrializando a maconha apreendida, para num futuro próximo ir em rede nacional e dizer em alto e bom tom:


A MACONHA ESTÁ LEGALIZADA NO BRASIL, MAÇOS DE 20 BASEADOS ESTÃO SENDO DISTRIBUÍDOS EM POSTOS CANÁBICOS EM TODO O PAÍS, DO OIAPOQUE AO CHUI!!!!


Bom, minha racionalidade e noção da realidade me dizem pra não confiar nessa minha idéia... Mas que realmente essa falta de maconha está estranha, está!!!

Se quiserem me mandar um presente, ME MANDA UM BOUQUET COMO ESSE AÍ!!!!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Argentina decriminaliza a maconha

"Corte argentina descriminaliza posse de maconha para consumo pessoal"


BUENOS AIRES - A Suprema Corte de Justiça da Argentina declarou, nesta terça-feira, inconstitucional a punição à posse de quantidades pequenas de maconha para consumo pessoal para maiores de idade.

Com a decisão, o Tribunal declarou inconstitucional a punição a adultos pelo consumo de maconha em locais privados e que não envolvam perigo aos outros. No entanto, os magistrados não aprovaram a descriminalização geral da maconha ou de outras drogas.
Assim, o Tribunal assume uma postura "limitada" sobre o assunto, desde que a declaração se refere apenas à maconha e não engloba outras drogas.

Em sua sentença, porém, o órgão exortou "os poderes públicos a assegurarem uma política de Estado contra o tráfico de entorpecentes e a adotarem medidas de saúde preventivas, com informação e educação que permitam dissuadir o consumo".

A máxima instância do Judiciário tomou a decisão ao julgar o caso de cinco jovens de Rosário, cidade situada a 300 quilômetros da capital Buenos Aires, que em 2006 foram detidos por portarem pequenas quantidades da droga.Ao absolver os réus, a Corte Suprema considerou "inconstitucional" punir o consumo de maconha quando é realizado em caráter privado e não oferece perigo a terceiros. No caso de Rosário, os cinco jovens foram presos ao serem flagrados levando consigo entre um e três cigarros de maconha. Por outro lado, as pessoas acusadas de vender a droga a eles foram condenadas.


domingo, 12 de julho de 2009

Comercial que defende taxação de maconha causa polêmica nos EUA

Um anúncio encomendado por uma organização que defende a legalização e taxação da maconha está causando polêmica nos Estados Unidos.

O comercial, protagonizado por uma usuária de meia-idade, defende a solução da taxação de impostos sobre maconha como forma de ajudar a combalida economia do Estado da Califórnia.

Algumas das principais emissoras do país aceitaram veicular o comercial, outras recusaram.

No anúncio, a funcionária pública Nadene Herndon, de 58 anos, que vive em Fair Oaks, na Califórnia, afirma que as autoridades locais "estão ignorando milhões de californianos que querem pagar impostos".

"Somos usuários de maconha. Em vez de sermos tratados como criminosos por consumir uma substância mais segura do que o álcool, nós queremos pagar nossa quantia justa", afirma Herndon.

Produzida pelo grupo Marijuana Policy Project (MPP), a propaganda tem 30 segundos e começou a ser transmitida na quarta-feira.

O objetivo da campanha é reforçar o lobby pela aprovação de um projeto-lei apresentado em fevereiro por um deputado estadual da Califórnia, que prevê a legalização da maconha e cobra impostos sobre sua venda, em uma tentativa de ajudar a reduzir o alto déficit do Estado americano.

O projeto do representante democrata de San Francisco, Tom Ammiano, legalizaria o cultivo, a posse e a venda de maconha para maiores de 21 anos. A utilização medicinal da maconha já é legal na Califórnia, mas a nova legislação iria além disto, permitindo o uso da substância para consumidores comuns.

Cultivadores da erva e atacadistas pagariam uma taxa inicial de franquia de US$ 5 mil, além de um imposto anual de US$ 2,5 mil. Já os revendedores pagariam US$ 50 por cada onça (28 gramas) do produto.

De acordo com o MPP, estimativas baseadas em estatísticas do governo federal indicam que a erva é o produto agrícola mais rentável da Califórnia, gerando rendimentos de cerca de US$ 14 bilhões em 2006, praticamente o dobro do valor dos produtos que estão em segundo e terceiro lugar na lista (verduras e uvas, respectivamente).

Crise

Durante o comercial, Herndon ainda ressalta os planos de cortes de gastos em escolas, serviços policiais e parques estaduais por conta da crise no orçamento do Estado da Califórnia.

Em fevereiro, o governador, Arnold Schwarzenegger, aprovou um orçamento de US$ 130 bilhões que elevou os impostos sobre rendimentos e fez cortes profundos nos gastos.

Desde a crise global econômica, vários Estados americanos enfrentam déficits históricos provocados por queda na arrecadação de impostos de imóveis e pelo aumento de gastos com seguro-desemprego e assistência médica.

"Os 2 milhões de californianos que usam maconha devem ser ouvidos e suas contribuições em impostos devem ajudar a solucionar a emergência fiscal que ameaça nossas escolas, polícia e parques", afirmou Aaron Smith, diretor do MPP.

A propaganda encerra com a usuária afirmando que o dinheiro de impostos arrecadados com a indústria da maconha na Califórnia poderia pagar o salário de 20 mil professores.

"Já não é tempo?", questiona.

Resistência

O comercial começou a ser exibido em seis emissoras de televisão norte-americanas nesta semana.

Entre os canais que concordaram em transmitir o anúncio estão a CNN, CNN Headline News, MSNBC, CNBC, CBS e KLON.

Algumas emissoras, no entanto, se recusaram a exibir o comercial pago em sua grade de programação.

De acordo com a diretoria do MPP, algumas delas afirmaram que os padrões da emissora rejeitaram o comercial, enquanto outras disseram que não "se sentiam confortáveis" em exibir o anúncio.

"Estamos surpresos. Esse é um debate que o governador da Califórnia já disse que o Estado precisa ter", afirmou Bruce Mirken, diretor de comunicações do MPP.

Fonte: Terra

Comentário: Pois é, no momento em que uma excelente idéia é posta a prova, para melhorar a situação dessa região, pelo quadradismo, falta de compreensão e mentalidade estagnada, não se pode encontrar uma solução adequada para o problema. Quem não tiver mentalidade aberta, tentando compreender e aceitar o outro, com certeza não será uma pessoa feliz e não conseguirá o que desejas na vida.


Muita paz pra galera.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Minc, Sirkis e Gabeira

Três homens que participaram ativamente da militância de esquerda na Ditadura Militar e hoje estão na política do nosso país. Foram exilados, passaram um tempo na Europa e voltaram com as idéias de preservação e consciência ambiental, fundando Partido Verde (PV). Não quero fazer propaganda partidária, mas admiro os três pela história de vida deles e pelas contribuições que eles fizeram em tentar abrir a mente dos brasileiros sobre os benefícios que a maconha pode trazer para nosso país.


Carlos Minc
Nascido em julho de 1951, no Rio de Janeiro, Minc é casado e pai de dois filhos.
Estudou no Colégio Aplicação da UFRJ e, em 1967, foi vice-presidente da Ames (Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas).
Líder estudantil, participou ativamente da resistência contra a ditadura militar, sendo preso em 1969, com 18 anos, e exilado. Em 1979, com a Anistia, voltou ao Brasil.
Defensor do socialismo libertário, luta pela conquista dos direitos de cidadania, pela auto-organização da sociedade e pela defesa das mulheres e das minorias.
Fundador do Partido Verde com Fernando Gabeira, Alfredo Sirkis e outros companheiros, Minc foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 1986, em coligação com o PT.
Minc também é escritor, tendo publicado cinco livros. Seu último livro, Ecologia e Cidadania (Editora Moderna; 1997), já na terceira edição e é adotado por 120 escolas públicas e privadas do Brasil.
Atualmente, Carlos Minc é Ministro do Meio Ambiente, ganhando notoriedade na mídia por brigar com o Ministro dos transportes, Alfredo Nascimento, por causa da pressão pelo licenciamento das obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho e com ruralistas, a quem se referiu como “vigaristas?”, que por meio da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pediram sua demissão à Comissão de Ética Pública.
Participou da Marcha da Maconha 2009, no Rio de Janeiro, criticando a hipocrisia do governo e da sociedade e lembrando que a guerra entre traficantes mata mais que o consumo da erva (óbvio, erva não mata). Gerou polêmica entre os políticos, sendo convocado para prestar esclarecimento ao Senado, pela participação na manifestação.


Alfredo Sirkis
Alfredo Hélio Syrkis (Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1950) é um político, jornalista e escritor brasileiro.
Escritor com sete livros publicados, participou ativamente dos movimentos estudantis nos chamados Anos de Chumbo e ficou exilado durante nove anos. Ao voltar ao Brasil, não entrou para os tradicionais partidos de esquerda, sendo um dos fundadores do Partido Verde e, durante a fase inicial, um dos expoentes da ideologia verde no Brasil.
Seu livro mais conhecido é Os Carbonários — Memórias da Guerrilha Perdida, publicado pela primeira vez em 1980, em que narra sua militância política desde o início no movimento estudantil, seu ingresso na luta armada e no grupo Vanguarda Popular Revolucionária, a curta convivência com Carlos Lamarca, os seqüestros dos embaixadores Ehrenfried von Holleben (alemão) e Giovani Enrico Bucher (suíço), até seu exílio.
Em seus livros Os Carbonários e Roleta Chilena (sobre a queda do governo e morte do ex-presidente Salvador Allende) narra também algumas vezes que fumou uns baseados com seus amigos. Atualmente é simpatizante da causa dos cannabistas.

Campanha de 1988 – Maior barato!!!




Fernando Gabeira
Fernando Paulo Nagle Gabeira , escritor, jornalista e deputado federal do Rio, nascido em 1941, é mineiro de Juiz de Fora e carioca por opção desde 1963.
No final dos anos 60, ingressou na luta armada contra a ditadura militar. Em 1969, participou do sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Elbrick, a ação mais radical da guerrilha contra o regime autoritário. Foi baleado, preso e, mais tarde, exilado, numa operação que envolveu a troca de presos políticos pelo embaixador da Alemanha, também sequestrado pela guerrilha. Em dez anos de exílio, esteve em vários países. Testemunhou no Chile, em 1973, o golpe militar que derrubou Salvador Allende. Mais tarde, retrataria a queda e o assassinato de Allende em roteiro para a TV sueca.
Com a Anistia, voltou ao Brasil no final de 1979, quando lançou o best seller O que é isso, companheiro?, obra que se tornou referência da história da resistência contra a ditadura militar no Brasil. Transformado em filme pelo cineasta Bruno Barreto, O que é isso, companheiro? ganhou as telas brasileiras em 1997.
Em 1986, candidatou-se ao governo do estado pelo PV (em coligação com o PT) e realizou uma campanha de características transformadoras.
Foi uma campanha maciça e entusiástica porque, pela primeira vez na política brasileira, a ecologia, as linhas alternativa, o feminismo, o anti racismo, os direitos civis dos gays, a reforma na legislação anti-drogas, foram questões publicamente abordadas na campanha de televisão e nas ruas. A reação foi dura e Gabeira foi fortemente contestado pela mídia conservadora, especialmente quanto à questão da descriminalização da maconha.
Apesar de ser um ícone quando o assunto é legalização da maconha, em sua campanha para prefeito do Rio de Janeiro em 2008 tomou uma posição contrária dizendo que atualmente não defenderia a legalização.


sexta-feira, 29 de maio de 2009

Marcha da Maconha proibida em São Paulo DENOVO!!!

Venho com muita tristeza lhes dar a notícia que a Justiça de São Paulo suspendeu mais uma vez a Marcha da Maconha que seria realizada no Ibirapuera domingo que vem.
Eles disseram que adiar a data não anula a liminar anterior.
Cerca de 50 irmãos nossos se reuniram lá de forma pacífica domingo passado para avisar que a manifestação não poderia ser realizada.
Faixas e cartazes foram colocados no chão, pois, segundo determinação da Justiça é proibido levantar os mesmos.


Segundo os organizadores, o objetivo da marcha é a legalização da maconha pra uso medicinal, recreativo, religioso e científico, fazendo com que o tráfico perca o dinheiro arrecadado com a venda de maconha.
Em nota oficial os organizadores falam que é um absurdo proibirem a Marcha na véspera do evento, sem terem tempo de recorrer, acreditam que o Poder Judiciário garantirá os direitos constitucionais, fundamentais e das liberdades democráticas no Brasil. Pedem que ninguém desobedeça às ordens judiciais e evitem qualquer confronto com as forças policiais.
“Para concluir, mais uma vez declaramos que a Marcha da Maconha Brasil não incentiva o uso da erva. Do nosso direito de criticar a política criminal vigente e de propor a sua mudança, entretanto, não abrimos mão. Confundir isso com incitação ao crime ou apologia de fato criminoso é uma grotesca tentativa de censurar o debate público sobre a questão. Além do mais, inútil. O que coloca a legalização da maconha na agenda política nacional e internacional é o evidente fracasso da sua proibição. Impedir a Marcha de acontecer não vai mudar esse fato, apenas fará o Brasil se parecer a um Estado policial.”


Agora é proibido discutir a mudança da lei.
O único problema da cannabis é o fato dela ser proibida!

Comentem!

sábado, 16 de maio de 2009

Senador critica Carlos Minc por defender a Legalização da Maconha

O senador Magno Malta (PR-ES) protestou veementemente em Plenário, nesta quarta-feira (13/05), contra a posição assumida pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, favorável à legalização do consumo de maconha no Brasil.

A manifestação de Minc em defesa da legalização do uso da droga, censurada por Magno Malta, aconteceu durante a Marcha da Maconha, ocorrida no último sábado, no Bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro.
Durante o evento, Minc chamou a atenção para o fato de que atualmente a guerra entre quadrilhas rivais de traficantes mata muito mais que o próprio consumo da erva.

- Um ministro ir à rua falar em legalização de droga é porque não conhece a lágrima de uma mãe que chora porque tem um filho drogado. Ele nunca viu uma fila de presídio com uma mãe de sessenta anos, que é exposta, obrigada a ficar despida para ser revistada nas suas partes mais íntimas, para visitar um filho que caiu, que está no presídio por causa de abuso de droga. O ministro, certamente nunca foi a um cemitério no dia 2 de novembro, quando se comemora o Dia de Finados, ou nos finais de semana. Ele nunca viu uma mãe chorando no túmulo de uma criança de apenas 13 ou 12 anos que morreu por causa das drogas - disse Magno Malta.
Fonte: DCI

Carlos Minc
O fato é que não existe nenhum caso confirmado de ser humano que morreu de overdose de cannabis.
Uma das vantagens da Legalização da Maconha é que com o dinheiro lucrado com a legalização, tanto de impostos e outras possíveis cobranças, quanto de economia nos cofres públicos e de contingente polícial por causa do fim à repressão, pode-se focar as políticas anti-drogas nas drogas de verdade, que matam e prejudicam, no tratamento de dependentes químicos, e na educação das crianças e jovens, reduzindo futuros danos.
Tudo depende de uma lei clara e justa. Todos nós a seguiremos e a respeitaremos dentro dos limites impostos, desde que plausíveis.



PAZ E AMOR!!!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

'Marcha da Maconha' é proibida em SP, Salvador e João Pessoa

Organização adia a marcha nas três cidades e 'estuda' a possibilidade de recorrer da decisão

SÃO PAULO - A Justiça paulista concedeu, pelo segundo ano consecutivo, liminar que proíbe a realização da Marcha da Maconha, marcada para domingo, no Parque do Ibirapuera. O movimento, que prega a descriminação da droga em 13 Estados, também foi proibido em Salvador (BA) e João Pessoa (PB).
No pedido de liminar, o promotor de Justiça Marcelo Luiz Barone, coordenador do Grupo de Repressão e Prevenção aos Crimes da Lei Antitóxico (Gaerpa), argumentou que o evento faz "apologia ao crime".

Em sua decisão, o desembargador Di Rissio Barbosa, da 11ª Câmara de Direito Criminal, afirmou que não é possível "ignorar consequência imediata de chamada popular com o título ‘Marcha da Maconha’ (...), ainda que aparentemente sob o manto de liberdades democráticas". Para o magistrado, o evento traz "consequências somente negativas e irremediáveis". A suspensão foi comunicada às Polícias Civil e Militar, que, segundo o Ministério Público, poderão reprimir manifestantes.
A proibição da "Marcha da Maconha" havia sido negada em primeira instância pela juíza Maria Fernanda Belli, mas o promotor recorreu ao Tribunal de Justiça.

Marco Magri, um dos integrantes do coletivo da Marcha da Maconha em São Paulo, informou que os organizadores pretendem ir ao Parque do Ibirapuera no domingo (3) às 14h para se reunir com quem estiver no local. Ele criticou o argumento da promotoria de que os manifestantes fazem apologia ao uso da droga:


"A gente pede uma mudança na lei, mas o promotor insiste em dizer que a gente faz apologia ao uso da maconha. O objetivo da marcha é a legalização da maconha pra uso medicinal, recreativo, religioso e científico", argumentou Magri.

Na Bahia, a juíza da 2ª Vara de Tóxicos da capital baiana, Nartir Dantas Weber, determinou a suspensão do evento por entender que "há indícios de tráfico de drogas, sob a forma de instigação e indução ao uso de drogas, podendo configurar o tipo penal de ‘apologia do crime’". Ela também recomendou às Polícias Civil e Militar, à Secretaria de Segurança Pública da Bahia e à Prefeitura de Salvador que adotem "as medidas necessárias para o cumprimento da decisão".

Em sua defesa, os organizadores argumentam que suspender a marcha seria um "atentado à liberdade de expressão". Cabe recurso nos Tribunais de Justiça estaduais. Procurada pela reportagem, a organização do evento informa que "adiou" a marcha nas três cidades e "estuda" a possibilidade de recorrer da decisão.


Como diria Bóris Casoy:
"ISTO É UMA VERGONHA!!!"

O tráfico está aí por causa da repressão!!!
Vamos acordar o mundo para os benefícios da erva e acabar com a hipocrisia!!!
Paz e Amor!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law

Mostra a luta dos usuários e fornecedores de maconha medicinal nos EUA.
É incrível o bem que a maconha proporciona a pacientes terminais.

Confesso que lágrimas rolaram de meus olhos em algumas partes, tamanha a ignorância das autoridades, mas a esperança me faz acreditar em um mundo melhor, livre de preconceitos!!!
















sábado, 11 de abril de 2009

Não à legalização das drogas! Sim à legalização da MACONHA!!!

Um estudo agora divulgado por uma ONG britânica veio arrasar o argumento de que a proibição das drogas fica mais barata do que a alternativa ao modelo vigente. A partir de um estudo custo/benefício nos dois cenários, a legalização permitiria aos cofres britânicos poupar até 15,5 bilhões de euros.


A Fundação Transform Drug Policy resolveu contrariar o argumento muitas vezes usado pelos políticos britânicos e em particular pelos responsáveis pela política "anti-droga", que dizem que a alternativa de legalizar o consumo e regular o comércio traria muitos prejuízos à economia nacional.
Os autores do estudo centraram as atenções no uso de cocaína e heroína, identificadas pelo Estado como as drogas que criam maior custo social e que estão classificadas no grupo A, a que pertencem as drogas consideradas mais perigosas. E é nos custos com o crime que a diferença entre proibição e regulação mais se nota.
A estimativa do custo total do uso destas substãncias sob o actual regime proibicionista, incluindo custos de saúde, prisional, sanitário e outros, cifra-se em cerca de 18,5 bilhões de euros, a preços de 2003/2004.
Leia mais aqui

Peraí!
Deve se ter em mente que eles falam em legalizar o consumo de drogas como a heroína e a cocaína, que são extremamente pesadas e perigosas, tanto pra quem usa, quanto para terceiros que podem vir a sofrer algum tipo de violência por quem se encontra sob efeito destas drogas, já que elas alteram drasticamente o comportamento de seus usuários.
Essa legalização poderia economizar milhões no combate ao crime, mas, em contrapartida, poderia aumentar em muito as despesas médicas e hospitalares (geradas pelo consumo de drogas e pela violência por elas causada), podendo até ocasionar um grande problema de saúde pública, além das despesas policiais relacionadas à violência.
Quando nós falamos aqui no blog “LEGALIZE JÁ”, estamos nos referindo à maconha, que tem seus efeitos infinitamente mais leves que a cocaína e a heroína.
À maconha que é menos nociva que o álcool e o cigarro, como vários estudos já comprovaram.
Levantamos a bandeira da legalização para que não só quem fuma maconha para fins recreativos possa ser beneficiado, mas também aqueles que fumam para fins medicinais, como os pacientes de câncer e AIDS para minimizar os efeitos colaterais dos remédios e ganhar fome.
Defendemos esta ideologia para que além de fumada, a maconha possa ser trabalhada em forma de produtos que a tem como matéria prima, como recentemente visto a casa de maconha, além de fibras têxteis, etanol, medicamentos, artigos para papelaria e o que mais possa ser fabricado com ela, abrindo mais uma porta para o desenvolvimento sustentável.

Quero deixar bem explícita nossa posição sobre o consumo de drogas como cocaína e heroína: SOMOS CONTRA!
Drogas matam!
Mas você já soube de alguém que morreu de overdose de maconha?
Não né!
Talvez porque seja humanamente impossível alguém consumir a quantidade necessária de erva para morrer de overdose (não levando em conta o uso agregrado à outras drogas).
Não estou falando que a maconha é perfeita e não tem efeitos colaterais. Não é todo mundo que está apto a fumar erva. Algumas pessoas que tem tendências a esquizofrenia e depressão podem ter seus problemas agravados e deve evitá-la, assim como quem tem alguma reação adversa a algum tipo de remédio evita tomá-lo.
O caminho para a compreensão está, aos poucos, sendo aberto, mas é necessário pensar e agir com o bom senso, sempre colocando na balança os benefícios e malefícios que uma possível liberação de qualquer droga ou erva possam trazer à comunidade.



Paz e Amor!!!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Autoridades do Paraguai querem legalizar a maconha a todo custo

Tal como anunciado, previamente, pelo deputado governista Elvio Benítez, autor de um projeto de lei, em fase final de elaboração, para a legalização da maconha em território paraguaio, foi realizado, na noite de ontem (31), o primeiro debate público sobre o tema.

Ocorrido na sede do Centro Nacional de Controle de Vícios, em Asunción, o debate contou com a participação de médicos e lideranças que são a favor ou contra a legalização da erva, que tem o Paraguai como seu maior produtor na América do Sul.


Um dos principais oradores da noite foi o médico Manuel Fresco, que apesar de deixar claro que não é "nem a favor, nem contra" a legalização, opinou de maneira positiva. "Se é por saúde, deveria-se proibir o cigarro", questionou o profissional, ressaltando os graves danos à saúde provocados pelo tabaco.
Fresco apontou, ainda, que a maconha é uma substância psicotrópica, que altera o sistema nervoso central, assim como o álcool. Além disso, a planta conta com usos terapêuticos e seu uso é tolerado em sociedades que, há milênios, empregam suas propriedades para finalidades não-tóxicas.
Para concluir, o médico disse acreditar que a maior razão para a proibição é política, em ponto de vista apoiado pelo radialista Raúl Melamed, defensor da legalização.
"A proibição é irracional. A folha de cannabis e da coca não são drogas", defendeu Melamed.

A legalização do plantio, do uso e da comercialização da maconha no Paraguai é defendida pelo deputado Elvis Balbuena, sob o argumento de que as estruturas mafiosas, fortalecidas pela ilegalidade, apresentam risco maior à institucionalidade do estado que a liberação da cannabis.


Alheia a este debate, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), do Paraná, anunciou que intensificará o combate ao tráfico de drogas na fronteira entre Brasil e Paraguai. Atualmente, o Paraná é um dos principais destinos da maconha produzida em território paraguaio.
Luiz Fernando Delazari, titular da SESP, apontou que as ações terão como base as estratégias desenhadas na região de Foz do Iguaçu, que segundo ele, teriam levado à redução de 20% no trânsito de entorpecentes.


Fonte: Dourados News
 


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