sexta-feira, 24 de julho de 2009

Uno pra todos

Campanha mundial de legalização da maconha.

Defenda seu direito de liberdade de percepção.
A marijuana para muitos é remédio, para outros muitos estimula a criatividade e para quase todos os que a consomem aguça o paladar e representa uma boa oportunidade para desfrutar de um momento entre amigos, tal como fazemos com cerveja ou um vinho.
Por que a lei deve intervir numa decisão privada que não traz danos aos outros??
Por que a lei nos obriga a ver o mundo de uma só maneira???

Mande seu vídeo!
http://www.unoparatodos.org/

Dica do Douglas!
Paz!

domingo, 12 de julho de 2009

Comercial que defende taxação de maconha causa polêmica nos EUA

Um anúncio encomendado por uma organização que defende a legalização e taxação da maconha está causando polêmica nos Estados Unidos.

O comercial, protagonizado por uma usuária de meia-idade, defende a solução da taxação de impostos sobre maconha como forma de ajudar a combalida economia do Estado da Califórnia.

Algumas das principais emissoras do país aceitaram veicular o comercial, outras recusaram.

No anúncio, a funcionária pública Nadene Herndon, de 58 anos, que vive em Fair Oaks, na Califórnia, afirma que as autoridades locais "estão ignorando milhões de californianos que querem pagar impostos".

"Somos usuários de maconha. Em vez de sermos tratados como criminosos por consumir uma substância mais segura do que o álcool, nós queremos pagar nossa quantia justa", afirma Herndon.

Produzida pelo grupo Marijuana Policy Project (MPP), a propaganda tem 30 segundos e começou a ser transmitida na quarta-feira.

O objetivo da campanha é reforçar o lobby pela aprovação de um projeto-lei apresentado em fevereiro por um deputado estadual da Califórnia, que prevê a legalização da maconha e cobra impostos sobre sua venda, em uma tentativa de ajudar a reduzir o alto déficit do Estado americano.

O projeto do representante democrata de San Francisco, Tom Ammiano, legalizaria o cultivo, a posse e a venda de maconha para maiores de 21 anos. A utilização medicinal da maconha já é legal na Califórnia, mas a nova legislação iria além disto, permitindo o uso da substância para consumidores comuns.

Cultivadores da erva e atacadistas pagariam uma taxa inicial de franquia de US$ 5 mil, além de um imposto anual de US$ 2,5 mil. Já os revendedores pagariam US$ 50 por cada onça (28 gramas) do produto.

De acordo com o MPP, estimativas baseadas em estatísticas do governo federal indicam que a erva é o produto agrícola mais rentável da Califórnia, gerando rendimentos de cerca de US$ 14 bilhões em 2006, praticamente o dobro do valor dos produtos que estão em segundo e terceiro lugar na lista (verduras e uvas, respectivamente).

Crise

Durante o comercial, Herndon ainda ressalta os planos de cortes de gastos em escolas, serviços policiais e parques estaduais por conta da crise no orçamento do Estado da Califórnia.

Em fevereiro, o governador, Arnold Schwarzenegger, aprovou um orçamento de US$ 130 bilhões que elevou os impostos sobre rendimentos e fez cortes profundos nos gastos.

Desde a crise global econômica, vários Estados americanos enfrentam déficits históricos provocados por queda na arrecadação de impostos de imóveis e pelo aumento de gastos com seguro-desemprego e assistência médica.

"Os 2 milhões de californianos que usam maconha devem ser ouvidos e suas contribuições em impostos devem ajudar a solucionar a emergência fiscal que ameaça nossas escolas, polícia e parques", afirmou Aaron Smith, diretor do MPP.

A propaganda encerra com a usuária afirmando que o dinheiro de impostos arrecadados com a indústria da maconha na Califórnia poderia pagar o salário de 20 mil professores.

"Já não é tempo?", questiona.

Resistência

O comercial começou a ser exibido em seis emissoras de televisão norte-americanas nesta semana.

Entre os canais que concordaram em transmitir o anúncio estão a CNN, CNN Headline News, MSNBC, CNBC, CBS e KLON.

Algumas emissoras, no entanto, se recusaram a exibir o comercial pago em sua grade de programação.

De acordo com a diretoria do MPP, algumas delas afirmaram que os padrões da emissora rejeitaram o comercial, enquanto outras disseram que não "se sentiam confortáveis" em exibir o anúncio.

"Estamos surpresos. Esse é um debate que o governador da Califórnia já disse que o Estado precisa ter", afirmou Bruce Mirken, diretor de comunicações do MPP.

Fonte: Terra

Comentário: Pois é, no momento em que uma excelente idéia é posta a prova, para melhorar a situação dessa região, pelo quadradismo, falta de compreensão e mentalidade estagnada, não se pode encontrar uma solução adequada para o problema. Quem não tiver mentalidade aberta, tentando compreender e aceitar o outro, com certeza não será uma pessoa feliz e não conseguirá o que desejas na vida.


Muita paz pra galera.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

MACONHA DA LATA

No verão de 1987/1988, um navio chamado "Solana Star", de bandeira Panamenha, com um carregamento de 20.000 latas de maconha de “alta qualidade”, prensada com mel e glicose [docinha, huuummm...], (pesando 1,25 Kg cada) procedente de Cingapura, passava sussa pelo litoral do Brasil em direção aos Estados Unidos. Seus tripulantes ficaram então sabendo que policiais brasileiros e agentes do DEA (Drug Enforcement Agency) americano, estavam prontos para interceptar o carregamento.

Temerosos de serem presos, os tripulantes jogaram toda a carga no mar a umas 100 milhas da costa e penetraram sorrateiramente no porto do Rio de Janeiro durante a noite, onde abandonaram o navio. O único que sobrou foi o cozinheiro, o americano Stephen Skelton, que foi prontamente detido pelas autoridades e condenado a vinte anos de cadeia.

Durante várias semanas, latas do material foram encontradas nas praias brasileiras no litoral entre Espírito Santo e Rio Grande do Sul, fazendo a alegria de muitos loucos brasileiros.
A polícia litorânea se esforçava para apreender o material. Em vão: menos de 10% das 20 mil latas foram recolhidas. O restante ficou ao léu, afundou ou foi capturado por curiosos que protagonizaram o episódio conhecido por Verão da Lata.


O navio foi confiscado, permanecendo por dois anos ancorado no arsenal de marinha. Em junho de 1989 foi levado a leilão e arrematado por NCZ (Cruzados Novos)$ 470.000, convertidos para o Conselho de Federal de Entorpecentes. Foi reformado, mas na sua primeira viagem, naufragou.



Pra quem gostaria de saber mais, existe um livro chamado 1988: O Verão das Latas de Maconha - O Progresso, do autor Wanderley Rebello Filho.

Aqui vai um documentário muito legal que fala sobre o episódio





sábado, 20 de junho de 2009

Maconha é onipresente em cidade das "festas cannabis" nos EUA

O condado de Humboldt, vasto território montanhoso e verdejante, fica no coração do famoso Triângulo da Esmeralda, principal região produtora de maconha da costa oeste americana. Aqui, gangues organizadas cultivam a cannabis em grande escala: ao ar livre, no fundo de vales inacessíveis, ou em contêineres, tendas, galpões, construções de subúrbio e até apartamentos no centro da cidade com janelas fechadas, transformadas em estufas.

Em Arcata, bela cidade costeira, a cannabis é onipresente. Regularmente, os amantes de baseados organizam "festas cannabis" em um parque, onde todos fumam, sob o olhar indiferente da polícia. A cidade tem três lojas de equipamentos especialmente desenvolvidos para o cultivo e o tratamento da cannabis, lojas de roupas e acessórios feitos de cânhamo. Na praça central, desempregados esperam pacientemente que um cultivador de cannabis chegue em um 4 x 4 e lhes proponha trabalho.

Arcata também tem quatro "clínicas", lojas onde se vende em total legalidade a "maconha medicinal". Na Califórnia, a cannabis tem um duplo aspecto legal. Seu uso recreativo permanece proibido: a posse de uma pequena quantidade é um delito passível de multa, e os grandes traficantes podem ser presos. Mas desde a votação por referendo, em 1996, da Proposta 215, seu uso com fins médicos é autorizado.

Se um médico avalia que a maconha pode diminuir as dores ou as angústias de um doente crônico, ele pode lhe prescrever o fumo de um ou dois baseados por dia, ou o consumo de flores de cannabis em um bolo. Munido de sua receita, o paciente recebe dos serviços municipais um cartão cannabis, que o autoriza a transportar maconha para seu uso pessoal.

A Proposta 215 permitiu o desenvolvimento de uma poderosa indústria, no limite da legalidade. Em todo o Estado, consultórios médicos especializados redigem receitas complacentes em massa, por US$ 100 ou US$ 200. Trezentos mil californianos possuem hoje um cartão cannabis.

Alguns plantam por conta própria, outros delegam o cultivo a um enfermeiro oficial, que se torna produtor legal por parte de outros. O enfermeiro pode terceirizar o cultivo a um agricultor, e abrir uma clínica. Além disso, grupos que vivem em comunidade alugam terras agrícolas e cultivam a cannabis em fazendas coletivas. Eles distribuem gratuitamente uma parte de sua colheita a seus próprios pacientes, e vendem o resto no mercado negro.

Existem mais de 500 clínicas na Califórnia, sobretudo nas cidades administradas pelo Partido Democrata. Algumas são autênticos centros de saúde, outros são vitrines legais para os militantes da legalização, ou ainda puros empreendimentos comerciais. Nas cidades conservadoras, as autoridades locais utilizam todos os meios para desencorajar sua implantação. Processos e contra-processos se multiplicam, apresentados por militantes pró-cannabis contra comunidades locais, e vice-versa. A situação é ainda mais complicada pelo fato de que o governo federal de Washington não reconhece a Proposta 215, e conduz uma repressão esporádica contra as clínicas.

Em Arcata, a clínica chamada Patient Resource Center é administrada por uma empresária enérgica. Os clientes fazem fila diante de um pequeno guichê, escolhendo sua variedade preferida em um catálogo, e pagam entre US$ 30 e US$ 40 pelo saquinho de 3,5 gramas. Atrás da loja, uma ampla estufa abriga mais de mil plantas, cultivadas sob lâmpadas e irrigadas por gotejamento. No andar de cima, milhares de jovens brotos esperam para ser colocados na terra. Esse sistema de rotação, controlado por computador, permite uma colheita a cada dez dias, durante o ano inteiro.

Na mesma rua de Arcata, uma outra clínica, a Humboldt Coop, dirigida por um especialista em gestão de comunidades locais, atende sozinha a quase 8 mil pacientes em todo o Estado. Ela terceiriza o cultivo a agricultores da região, que assim complementam sua renda.

Diante dessa situação confusa, as autoridades do condado procuram uma solução. Paul Gallegos, o promotor do condado instalado na cidade portuária de Eureka, a 10 km de Arcata, continua a perseguir os traficantes. No entanto, ele chegou à conclusão de que o melhor seria legalizar a cannabis: "Não falo de meias medidas como a descriminalização; seria preciso que a maconha fosse completamente legal, e que a administração pudesse supervisionar a produção. A cannabis em si não causa problemas de segurança, somente problemas de educação e de saúde".

Gallegos sonha abolir o imenso desperdício provocado por essa guerra sem fim do Estado contra a cannabis, e sobretudo pôr um fim à hipocrisia geral: "A manutenção dessas leis inaplicáveis enfraquece a autoridade do Estado. A justiça torna-se uma farsa, a população perde qualquer respeito pelas instituições".

A legalização teria, segundo ele, uma outra vantagem: "O preço da cannabis cairia, os traficantes ficariam desempregados. Na verdade, os dois únicos grupos que realmente se opõem à legalização são as forças da ordem, por razões culturais, e os traficantes, por razões econômicas".

Mesmo dentro da polícia, as mentalidades estão mudando. O detetive Wayne Cox, que trabalha sob ordens de Paul Gallego, parece ter a mesma opinião que seu chefe. Essa evolução não aconteceu sem uma grande angústia, pois Cox é um veterano da divisão de narcóticos: "Uma coisa é certa, nunca mais arriscarei minha pele arrombando a porta de um traficante de maconha, isso não tem mais sentido. Recentemente, parei um adolescente que dirigia um 4 x 4 novinho, que ele tinha acabado de comprar com dinheiro vivo, US$ 70 mil. No carro, encontrei uma fatura de um equipamento de som de US$ 30 mil. Os jovens do condado não têm outra ambição além de cultivar a cannabis". Reservadamente, o policial e o juiz reconhecem que a indústria da cannabis traz uma certa prosperidade à região, duramente atingida pelo declínio da pesca e da exploração florestal.

O princípio da legalização também não assusta os dirigentes locais. Mark Lovelace, "county supervisor" (chefe do poder executivo do condado), não tem nada contra ela, contanto que beneficie os agricultores da região: "Não gostaria de ver desembarcando aqui grandes empresas de agronegócios, que criariam explorações intensivas e transfeririam seus lucros para outros lugares. Seria preciso que a produção permanecesse em escala humana".

Em inúmeras cidades californianas, a ação da polícia é cada vez mais contida. Conselhos municipais democratas decretaram que a repressão ao consumo da maconha deve ter "a mais baixa prioridade possível" para os policiais. Outros votaram resoluções visando instaurar a liberdade de fumar em casa e em clubes privados.

Em Sacramento, capital do Estado, políticos pró-cannabis, auxiliados por uma miríade de associações, passaram à ofensiva. Tom Ammiano, representante democrata de San Francisco na Assembleia Legislativa, apresentou um projeto de lei visando a legalização: "Segundo estudos do Departamento da Agricultura, a cannabis representa na Califórnia um mercado de US$ 14 a 15 bilhões por ano, mais do que qualquer outro produto agrícola. Se essa produção fosse regulamentada e tributada, como o álcool, isso renderia US$ 1,5 bilhão por ano aos cofres do Estado. Nesses tempos de crise e déficit orçamentário, isso não seria desprezível".

Ammiano sabe que a partida está longe de estar ganha, mas ele está confiante: "Pela primeira vez, todas as condições favoráveis estão reunidas. As pesquisas mostram que 55% da população é a favor da legalização. Os democratas detêm a maioria nas duas Câmaras da Assembleia Legislativa".

Ammiano recebeu o apoio de vários deputados e membros da alta administração. Betty Yee, diretora do Tesouro, classifica o projeto de lei de "medida de bom senso", que permitiria uma "utilização mais sensata dos recursos públicos". O xerife de San Francisco, Michael Hennessey, vai mais longe: "Reprimir o consumo de maconha é como fazer um castelo de areia para deter a maré alta. A maconha é parte integrante da cultura popular californiana".

De sua parte, o governador republicano Arnold Schwarznegger declarou recentemente que estaria aberto a uma discussão sobre esse delicado assunto. Um vídeo dos anos 1970 que o mostra fumando um baseado, esparramado em uma poltrona com um largo sorriso, pode ser visto no YouTube.

Além disso, Ammiano constata que o governo Obama, sem ser a favor da legalização, tem uma posição mais flexível sobre esse assunto do que seu predecessor. O ministro da Justiça Eric Holder anunciou que a polícia federal pararia seus ataques contra as clínicas, se elas estiverem em conformidade com a lei local.

Caso o projeto de lei de Ammiano não seja votado, uma aliança de associações pró-cannabis e de grupos de esquerda libertária lançou em paralelo um outro procedimento: um referendo de iniciativa popular, que poderá acontecer a partir de novembro de 2010.

Tradução: Lana Lim



É.. a rapazeada está fumando demais! Hahahaha
Acho que hoje em dia, ter preconceito com os maconheiros chega a ser burrice.. A ciência já guardou seu espaço para a maconha dentro do normal das pesquisas se é que tem aldo de realmente normal nisto. A sociedade tem uma grande parte que aceita mas tem medo da opinião alheia. Medo de respeitar o maconheiro e se sujar socialmente.
Quem quiser fuma, que não quiser não fuma. Esta parada é livre cara, tú fuma se quiser, respeita se quiser.
As pessoas sismam que maconha é coisa do demônio e compara um possível vício físico nela com vício de drogas tipo crack e heroína.
Se o filhinho mauriçoca é pego fumando um vai direto para a clínica, e depois como já sabemos, muita das vezes os mauriçocas voltam a fumar.
Não importa para aonde o mandem, se ele quiser fumar, ele vai.. mais hora menos hora.
Já viram aqueles filmes de época aonde a donzela tem de se casar com um mas se casa com um amante, geralmente desfavorecido financeiramente em relação a ela que não tem nada a ver com a família de forma alguma? Entããããããão doidãããão... Ela quer o amante então fodeu, ela vai ter ele e só ele para "soltar os cabelos" e ser feliz.
Voltando ao baseadinho do playboy.
Há repressão demais com a maconha, sendo que tem outras coisas para se importar, cara.
De mais a mais, o mundo está girando, evoluindo, e isto um dia vai se amenizar de algum jeito que é melhor nem tentarmos adivinhar e deixar o curso normal das coisas, naturalmente, bem natural quando a própria planta que nos faz lutar pelos benefícios que ela traz além de ser vinda direto da terra, criada com água pura, aquela linda planta de Cannabis Sativa florecendo muitos camarões para um delicioso e tranquilo consumo da erva.
Que coisa linda, não? :-D

Vou ficando por aqui, voltarei.
Aguardem-me.

tiO-fRee!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Contra a homofobia!

O •BLOGANJA• é simpatizante do movimento LGBT e levantamos a bandeira contra a homofobia!


Lili Allen - Fuck You!!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Câmara ouve Minc amanhã sobre participação na Marcha da Maconha

A Comissão de Segurança Pública da Câmara ouve nesta terça-feira (16/06) o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, sobre sua participação da "Marcha da Maconha", realizada no Rio de Janeiro em 9 de maio. A audiência foi proposta pelo deputado Laerte Bessa (PMDB-DF).
No requerimento, Bessa afirma que o evento foi organizado por uma entidade "clandestina" e fazia apologia ao uso da droga.
"O ministro Carlos Minc, ao pregar a liberalização da maconha, acaba por fazer propaganda genérica que induz a utilização de entorpecentes ou drogas afins, configurando o tipo penal de apologia ao crime", afirma o peemedebista.
O autor do pedido de convocação reconhece o "livre direito de reunião", mas enfatiza que não se pode permitir que "um agente político do mais alto grau induzir e instigar crime contra a saúde pública como forma de liberdade de expressão".
Bessa compara a liberalização da maconha a outros crimes. "Se for permitida a apologia à descriminalização do uso da maconha, deve-se permitir, também, a apologia ao homicídio, ao racismo à corrupção, pois tudo se resumiria, ao final, de livre manifestação do pensamento."
Durante a marcha, Minc afirmou que não poderia se omitir sobre o tema, apesar de sua condição de ministro. "Não é porque eu sou ministro que ia deixar de fazer o que eu acredito. Grande parte da violência que nós sofremos é por causa do tráfico. Usuário não pode ser tratado como criminoso", afirmou.
A reunião será realizada às 14h30 no plenário 10.
Que comentários ofensivos e sem sentido!
Vindo de um cara que defende algemar até quem se entrega à polícia por livre e espontânea vontade e não oferece resistência à prisão, que não está nem aí para a integridade física e moral de quem está sendo acusado do que fez ou não fez, eu não poderia esperar outra coisa.
Laerte Bessa é delegado de polícia, eleito deputado federal pelo PMDB do DF.
Quer falar com ele?
Taki o e-mail dele: dep.laertebessa@camara.gov.br
Endereço para correspondência: Gabinete 354 - Anexo IVCâmara dos DeputadosPraça dos Três PoderesBrasília - DF CEP: 70160-900

Explore a Liberdade de informação

Algo grandioso que existe na comunicação humana é a troca de informações
atravez dela podemos ter novos conceitos, descobrir verdades colocar-se em posição de Liberdade
livre de formas de opressão e manipulação de conhecimento.
a verdade consiste em informação geral sobre o fato por todos os ângulos, sem posicionamento pessoal , apenas o fato legivel, apartir disso geramos nossa postura diante do que sabemos, do que nos é feito e principalmente como queremos que seja feito para nós.
Nós estamos no controle ,você tem o dominio da situação quando conhece ela mesmo quando possam tentar te ofuscar de alguma forma a direção aponta pra um lado só
o lado da liberdade a unica e verdadeira verdade, mantenha -se livre do ciclo da ignorancia
a verdade e conhecimento são infinitas.
não permita que você chegue apenas no limite ultrapasse pela liberdade de informação e conhecimento ultrapasse por sua liberdade de mente e vida .


é com grande prazer meus amigos que tenho o prazer de compartilhar algumas das obras que venho tendo em meu acervo nos ultimos tempos e o maximo que puder ser de ajuda e que principalmente possa surgir algum efeito em sua vida o bloganja é o espaço aberto pra livre expressão, o livre conhecimento, a livre verdade ! exponha o que sente o que pensa o que cria
o que te manifesta

mantenha-se livre atento sincero


bem vindo a verdadeira informação !


gostaria de começar com uma pequena porem grandiosa informação
sobre o uso medicinal industrial e ambiental da cannabis

http://www.books.google.com.br/books?id=PjPoa0jcyDsC&printsec=frontcover#PPR6,M1

uma raridade que todos precisam ter
não é pra ser secreto nem mais proibida
a informação deve atingir até vai sua consciencia.

sábado, 13 de junho de 2009

nanoTRAVESTIS!!!

Em primeira mão, os travequinhos das Philiphinas!!!! (saem daí direto prá Augusta!!!)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Nesse dia dos namorados...

Saia de casa!

Não adianta ficar jogado na cama, com sua mina, seu bong e uma paranga de 50gr em cima da mesa.

Ninguém muda o mundo com essa preguiça.

Lembra do Che Guevara?

Ele pegava mais mulher que você, fumava mais que você e ainda se dava o luxo de andar todo sujo.

Se você fizer o mesmo, e ainda tomar banho suas chances de se tornar um ativista herói aumentam.
 


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